{"id":545,"date":"2021-12-03T11:48:00","date_gmt":"2021-12-03T14:48:00","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaeletricidade.com.br\/?p=545"},"modified":"2026-02-03T12:03:30","modified_gmt":"2026-02-03T15:03:30","slug":"the-beatles-get-back-um-mergulho-na-intimidade-da-maior-banda-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaeletricidade.com.br\/index.php\/2021\/12\/03\/the-beatles-get-back-um-mergulho-na-intimidade-da-maior-banda-do-mundo\/","title":{"rendered":"The Beatles: Get Back \u2013 Um mergulho na intimidade da maior banda do mundo"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Finalmente o aguardado document\u00e1rio \u201cThe Beatles: Get Back\u201d j\u00e1 est\u00e1 dispon\u00edvel na Disney Plus, em 3 cap\u00edtulos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dirigido por Peter Jackson, o cineasta que trouxe ao cinema a obra de JRR Tolkien, o filme foi editado a partir de quase 60 horas de registros em v\u00eddeo e mais de 150 horas de grava\u00e7\u00f5es em \u00e1udio, feitas originalmente pelo diretor Michael Lindsay Hogg, que, em 1969, ganhou sinal verde para acompanhar a banda no est\u00fadio&nbsp; e testemunhar a prepara\u00e7\u00e3o do especial de TV que marcaria o retorno dos Beatles aos palcos<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma volta que era bastante aguardada pelo p\u00fablico, o \u00faltimo show ao vivo do grupo tinha acontecido em 1966, tr\u00eas anos antes, um per\u00edodo que foi muito prol\u00edfico para a banda em que John Lennon,\u00a0Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr se fecharam no est\u00fadio e gravaram aquele que \u00e9 considerado seu melhor trabalho, o ic\u00f4nico \u201cSgt. Pepper\u2019s Lonely Hearts Club Band\u201d (1967).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas tamb\u00e9m dedicaram-se a outros projetos como o filme \u201cMagical Mistery Tour\u201d e uma longa estadia em Rishikesh, na \u00cdndia, no ashram do guru Maharishi Mahesh Yogi, em 1968. Isso tudo ap\u00f3s perderem o empres\u00e1rio Brian Epstein, morto em 1967, aos 32 anos de overdose de calmantes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Voltando ao filme editado por Jackson, ele n\u00e3o \u00e9 voltado apenas para os aficionados, que j\u00e1 sabem tudo sobre a carreira dos Beatles, mas toma o cuidado de contar ao p\u00fablico alguns detalhes importantes que aconteceram na trajet\u00f3ria desde seu in\u00edcio em Liverpool, em 1960.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Depois desse pequeno pr\u00f3logo, o filme mergulha no est\u00fadio propriamente dito e, por causa da natureza do projeto, o p\u00fablico tem o privil\u00e9gio de observar bem de perto o trabalho de uma das bandas mais importantes da hist\u00f3ria da m\u00fasica, que mesmo em um momento muito dif\u00edcil, continuava sendo uma verdadeira f\u00e1brica de hits.<br><br>Sem querer dar spoilers, al\u00e9m do ponto alto no terceiro cap\u00edtulo, quando acontece a famosa apresenta\u00e7\u00e3o no telhado da gravadora Apple, em Londres, o filme tem diversos momentos muito especiais e alguns at\u00e9 dolorosos, como perceber os olhos cheios de l\u00e1grimas de Paul McCartney, no in\u00edcio do segundo cap\u00edtulo, diante da dificuldade que estava vivendo, sentindo que sua banda tinha come\u00e7ado a ruir diante dos seus olhos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A restaura\u00e7\u00e3o tanto de imagens como de som \u00e9 espetacular e ajuda a esclarecer uma por\u00e7\u00e3o de lendas que foram contadas aos f\u00e3s sobre o que estava acontecendo realmente na intimidade da banda, bem longe dos rumores sensacionalistas que j\u00e1 rodavam em tabloides na \u00e9poca e foram usados para explicar o final da banda.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">S\u00e3o mais de 8 horas de filmagens, resultado de 4 anos de trabalho do diretor Peter Jackson, que nos levam para mergulhar na intimidade dos Beatles e quem sabe come\u00e7ar a enxergar seu m\u00fasicos como o que eles eram realmente, acima de tudo, seres humanos como n\u00f3s, mas com uma inacredit\u00e1vel capacidade de fazer a m\u00fasica que ainda hoje, 50 anos depois, consegue emocionar o mundo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right wp-block-paragraph\"><strong>Adriana Maraviglia<br><a href=\"https:\/\/www.twitter.com\/rev_eletrici\">@revistaeletricidade<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Assista ao trailer de \u201cThe Beatles: Get Back\u201d<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed aligncenter is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"The Beatles: Get Back | Official Trailer | Disney+\" width=\"640\" height=\"360\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Auta2lagtw4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Finalmente o aguardado document\u00e1rio \u201cThe Beatles: Get Back\u201d j\u00e1 est\u00e1 dispon\u00edvel na Disney Plus, em 3 cap\u00edtulos. Dirigido por Peter Jackson, o cineasta que trouxe ao cinema a obra de JRR Tolkien, o filme foi editado a partir de quase 60 horas de registros em v\u00eddeo e mais de 150 horas de grava\u00e7\u00f5es em \u00e1udio, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":546,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4,12],"tags":[],"class_list":["post-545","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cinema","category-criticas"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistaeletricidade.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/545","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistaeletricidade.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistaeletricidade.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaeletricidade.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaeletricidade.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=545"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/revistaeletricidade.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/545\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":548,"href":"https:\/\/revistaeletricidade.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/545\/revisions\/548"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaeletricidade.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/546"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistaeletricidade.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=545"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaeletricidade.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=545"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaeletricidade.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=545"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}